Adoro Matemática !!!
Nature by Numbers from Cristóbal Vila on Vimeo.
Seja la o nome que quiserem dar a coisa o certo é que foi noticiado no dia 16 de Janeiro de 2010 mais uma cratera numa aplicação Microsoft, desta vez foi explorada uma falha no Internet Explorer tendo com ela criado um problema grave a Google, a Adobe, a Yahoo e a pelo menos mais 30 grandes empresas com actividade em sectores como o tecnologico, financeiro e defesa. Pelo seu lado a empresa responsável pela falha reconheceu a sua existência no dia 21 de Janeiro de 2010 …
A identificação de esta falha foi feita pela Wepawet depois da mesma ter recebido o código malicioso para ser analisado no dia 14 de Janeiro de 2010.
No site do fabricante acaba por ser admitido que esta falha esta presente no Internet Explorer desde a versão 5.01 até a versão 8, ou seja desde Março de 1999 até aos dias de hoje. Não deixa de ser curioso que o IE5 tenha sido considerado como um produto estável quando ficou disponível a versão 5.5 em Julho de 2000.
O grau de sofisticação do ataque levou a considerar a hipótese de o Governo Chinês esta implicado neste assunto. Na sequência de esta suspeita no dia 15 de Janeiro de 2010 foi noticiado pela AFP que o Governo dos Estados Unidos da América pedira formalmente uma explicação a China através da Secretaria de Estado Hillary Clinton. Pelo seu lado a Google devido a estas suspeitas da mais ênfase a uma posição tornada publica por David Drummond a 12 de Janeiro de 2010 dando conta da existência de grandes dificuldade na manutenção do projecto da Google na China.
A reter 3 factos que merecem a nossa reflexão,
O mérito de ter conseguido por em causa coisas tão sensíveis como as relatadas não pode ser negado ao Internet Explorer, o que faz dele noticia de grande destaque embora pelos piores motivos
Se quiser ver a Operação Autora ao vivo e a cores ponha o vídeo a correr
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Em momento raro para mais tarde recordar …
Julian Treasure fala acerca da forma como o som nos afecta …
A Microsoft apresentou o World Wide Telescope, este produto aplica o conceito utilizado pelo Google Earth a visualização do universo. Fundindo dados recolhidos por satélites e telescópios de todo o mundo, permite-nos com grande simplicidade viajar através do universo numa perceptiva imersiva.
No site do produto é divulgado que o mesmo ficara disponível este ano. Sugiro que veja o vídeo de apresentação no TED (Centro de Conferencias acerca de Tecnologia Entretenimento e Design) que disponibilizo em baixo
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